O VIDEO APRESENTADO FOI GRAVADO EM CASSETE VHS, JÁ LÁ VÃO 29 ANOS PELO QUE A IMAGEM SE ENCONTRA DETERIORADA E DENTRO DE MAIS UNS MESES DESAPARECERÁ COMPLETAMENTE.
NÃO CUIDEI DE A TRANSFERIR, EM TEMPO, PARA OUTRO SUPORTE. PACIÊNCIA!
NÃO CUIDEI DE A TRANSFERIR, EM TEMPO, PARA OUTRO SUPORTE. PACIÊNCIA!
Uma colega e amiga desafiou-me para ser seu par num concurso que em princípios de 1982 era transmitido em directo na RTP sob a batuta de Artur Agostinho.
Chamava-se “Toma Lá… Dá Cá”.
Não sendo um entusiasta consumidor de concursos e apesar das mazelas resultantes de um recente acidente que ainda me causavam pequenas dores, acabei por aceder.
Como não o conhecia, só tive a oportunidade de visionar duas sessões antes de nos dirigirmos às instalações da RTP. Surpreendido constatei que, terminava com um de nós a ter de executar um número de travesti “interpretando uma música em playback”. Estive para desistir pois o meu futuro par tinha-me “escondido” aquele pequeno pormenor do “travestismo”. Mas depois de ter aceite não seria correcto voltar com a palavra atrás.
O total de pontos alcançado antes da derradeira “prova” permitia ao casal que se encontrasse no primeiro lugar escolher qual deles iria fazer o número.
Nas provas de selecção, depois das perguntas de cultura geral onde se apuravam cinco pares que iam à “final”, aqueles, como prova final, tinham de representar no palco do auditório, na Av. 5 de Outubro, os números que iriam apresentar, de sua inteira e livre escolha. Na altura “actuámos” com a indumentária que envergávamos, isto é … à “civil”.
Ficámos apurados para ir a concurso, tendo como companheiros um jovem e simpático casal de irmãos.
Nas provas de selecção, depois das perguntas de cultura geral onde se apuravam cinco pares que iam à “final”, aqueles, como prova final, tinham de representar no palco do auditório, na Av. 5 de Outubro, os números que iriam apresentar, de sua inteira e livre escolha. Na altura “actuámos” com a indumentária que envergávamos, isto é … à “civil”.
Ficámos apurados para ir a concurso, tendo como companheiros um jovem e simpático casal de irmãos.
Antes de se iniciar o concurso, que era transmitido dos estúdios da RTP no Lumiar, fui confrontado com o ensaio da “peruca”.
Ora a Sandie era morena pelo que em princípio recusei a cabeleira loira que me colocaram na cabeça entre farta risota dos técnicos presentes no camarim e que nos empoeiravam a cara para evitar os reflexos em cena, debaixo dos potentes projectores.
Tive de ceder: o Cândido sabe… isto é televisão…, um concurso leve… diversão é necessária… imagem… e você com cabeleira morena não fica tão… provocante no contraste com os pelos das pernas.
Amigo Candido Neves,
ResponderEliminarA minha alma esta parva!...Se me contassem não acreditava.
Que soberba actuação! só mesmo o amigo Candido,
para se meter numa destas!!!
Ainda bem que não lhe tomou o gosto...
Continue sempre com a sua boa disposição, e a surpreender (pelo menos a mim) com os seus ditos e feitos...
Um abraço:
Jorge Afonso
Olhei e deslumbrei-me, uma vez mais, com o encanto e a graça da Sandie Show, aqueles trejeitos e maneios só estão ao alcance dos tocados pela varinha da descontracção, do gozo e da irreverência.
ResponderEliminarQue pena o boneco ser pezudo e apresentar aquelas pilosidades tão evidentes nas pernas, que o terão impedido de ser contratado para palcos de grande assistência e ofuscar a Ruth Bryden que arrasou, segundo os entendidos, a concorrência de então.
É caso para perguntar: - onde andavam os cronistas sociais da época que deixaram fugir tamanha vedeta?
O mundo é injusto mas, deixa lá, fiz o que pedistes e gozei à brava.
Um abraço.
Jorge
Ao tempo, não tive oportunidade de ver. Soube depois de "a coisa" acontecer. E recordo-me de que, de facto, houve polémica (não sei por quê, mas enfim...) lá pelo Banco, com, salvo erro, dirigentes à mistura.
ResponderEliminarO mínimo que posso dizer é que, pelo que se pode ver, se tratou de uma muito bem conseguida interpretação, que não ficou nada a dever ao que era possível fazer, de melhor, mesmo ao nível de profissionais.
Parabéns Cândido. E ainda bem que foi possível mostrares o filme. Obrigado.
Manuel Sá
Bem, ao ver fiquei sem reacção. Mais precisamente de boca aberta :O de facto, vocês são umas ricas surpresas... obrigado!
ResponderEliminarKiss
"variasformasdearte"
Ola Cândido! Sem duvida que é muito versátil. Está um espectáculo, parabéns!
ResponderEliminara)ISABEL BARROCA
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January 29 at 3:57pm
Não tenho duvidas fui uma privilegiada vi em directo meu deus!!!! no dia seguinte lembras-te? so faltou dar autografos se recordar e viver......
ResponderEliminareu vivi e com saudade um beijinho muito grande
a) GINA NEVES
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January 29 at 4:50pm
Lembras-te da "bronca" no Banco quando viram o "Gerente" naquele preparo? Só tínhamos uns meros 8 anos "de democracia". Foi um abalo daqueles!!!
ResponderEliminarCandido Neves
January 29 at 6:25p
Lembro-me! Não se falava noutra coisa
ResponderEliminara)GINA NEVES
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January 29 at 4:50pm
Ó Jorges ... eu só não segui a "carreira" porque não me estava a ver de... pilado! Referi-mo, claro, a ter de viver sem o sobretudo peludo que ostento com muito gosto
ResponderEliminarComentário no Facebook
January 30 at 7:19pm • Like
À excepção foi um Director, que por acaso faz parte dos meus amigos aqui no Face que no dia seguinte me telefonou para o Balcão a rir dizendo da sua surpresa e "elogiando" a minha "actuação". Foi o FM, aqui ao lado!
ResponderEliminarCANDIDO NEVES
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January 29 at 6:28pm
Opá está o máximo esta reliquia ... grandes pés e joanetes tinha a Sandie Shaw...recordar é viver.. até eu recordei agora momentos ao som da Sandie Shaw com a 'Puppet on a String - Eurovisão - 1967..
ResponderEliminara)MARIA LURDES HORTA
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15/02/2011