Temos um País que nos surpreende pela beleza dos inúmeros recantos mais ou menos escondidos onde ainda se pode encontrar aquele silêncio que atordoa um citadino.
Uma paz e tranquilidade apenas quebradas, na justa medida, pelo marulhar das águas, da brisa escorregando pelo arvoredo e pelos chocalhos do gado pastando em liberdade.
Foi num local destes que passei 4 dias em limpeza dos sentidos. Regalei a vista, arejei os pulmões com ar puro, descansei os ouvidos, andei descalço na terra senti os odores da Natureza e até para cumular tanta coisa bela, tive a companhia de dois animais. Uma cadela e um gato – o Mimo - para suprir a falta dos meus, lá na Capital, a quase 300 kms. de distância.
E não é que estou em dívida com o Facebook? É verdade! Foi através dele que minha mulher encontrou uma amiga da qual há mais de uma dúzia de anos tinha perdido o contato.
Foi ela que nos proporcionou momentos maravilhosos, ao convidar-nos para passarmos com ela uns dias na sua casa de férias, aproveitando os feriados da última Pascoa. Sempre que a sua vida profissional o permite, lá vai ela correndo para aquele seu refúgio.
Natureza compartilhada com amigos é um “cocktail” inebriante.
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