Interessados em alargar o número de presentes a outros amigos também reformados, deitámos mãos à obra e, vá lá saber-se o porquê do nome, criámos a “ Confraria” organização que tomaria a seu cargo a elaboração das normas que estabeleceriam as condições de acesso aos futuros interessados. Foram nomeados e tomaram posse os “confrades” eleitos para os diversos órgãos previstos nas Normas.

Nasceu assim a “CONFRARIA DOS 60s”, com Acta nº 1 datada de 17 de Fevereiro de 2000 ano e a primeira “reunião abrangente” à mesa do Restaurante “Gaúcha” no mês de Abril.
Inicialmente o nome incluía as iniciais do estabelecimento onde os fundadores da Confraria tinham entrado para os quadros de pessoal durante a década de sessenta (daí os 60s). Receio que a “marca” pudesse vir a criar problemas, em reunião Geral foi decidido alterar o nome para a actual denominação.
Os encontros “gastronómicos” ficaram marcados para a última quinta-feira de cada mês e sempre no mesmo local, com excepção para os meses de férias (reformados gozam férias…?) e também nos meses em que eventualmente houvesse lugar a convívios chamados de …“fora de portas”.Miragaia (Lourinhã e o seu Museu “Dinossáuri…co”...), Almeirim (Santarém, com visita a uma unidade Industrial), Minas do Lousal (Grândola), Filhós (Alcanena), Crato (Portalegre), Alcácer do Sal (com passeio fluvial no Sado) Alpiarça (Casa dos Patudos) e Mafra (Mosteiro e Tapada) foram alguns dos convívios que tiveram lugar nestes anos de existência da Confraria dos 60s.
A “Confraria” publicou durante alguns meses um “Jornal” (O Confrade) que se iniciou em “papel”

e posteriormente foi criada a versão em “ Power Point”.
Presentemente possui uma caixa de correio electrónico,
um blog:
(http://confrariados60s.blogspot)
e um álbum na “Net”:
(http://picasaweb.google.pt/confrariados60s)
estas duas últimas "internéticas" iniciativas, passe a imodéstia, foram criadas e alimentadas até ao ano passado pelo confrade, curioso e amadoríssimo informático, que assina estas linhas.
Neste mês de Abril a “Confraria” completou 11 anos.
O almoço (que desde há dois anos tem lugar no Café Império em Lisboa) na continuidade da tradição foi “abrilhantado” com o bolo de aniversário, artisticamente confeccionado com o correspondente logotipo e o “incontornável” espumante.
Como habitual recolhi algumas imagens em fotos e em vídeo, que enviei ao Directório da Confraria não conseguindo resistir em publicá-las neste meu Blog.
Espero que para o ano, se celebre a dúzia de anos de existência desta “Confraria” à qual todos devemos a manutenção destas jornadas de saudade, convívio e afirmação de amizade.
Caro Neves,
ResponderEliminarÀs saídas "fora de portas" não podemos ignorar a ida à casa do nosso amigo Machado de Melo (Picanceira do Mar).
Amigo Gomes
ResponderEliminarNão consigo atingir a perfeição. Paciência, sou um tipo normal! Dou a mão à palmatória. Pensei muito, fiz um esforço tremendo para me lembrar de todos os convívios. Até aqueles dois em que não estive presente me vieram à memória. E logo não referi aquele que teve um significado muito especial.Foi nele que os confrades foram "oficialmente" considerados como tal. Em casa - na Picanceira de Cima (não do Mar) - do nosso colega, amigo e confrade que colocou a sua casa , à semelhança de outros, à disposição da Confraria e nos recebeu principescamente com uma classificação altíssima pela organização do almoço que sózinho tomou a seu cargo. E já agora que estou a falar no Oeste, veio à memória mais um convívio - omitido - que teve lugar na Assenta, em casa de um outro confrade que, com a sua família nos acolheu e proporcionou um dia espectacular de sã camaradagem. Penitencio-me pelo duplo e ingrato esquecimento. Espero que me perdoem. Sabem... a idade...
Vosso cNeves